"A descoberta consiste em ver
o que todo mundo viu e pensar o que ninguém pensou." - A. Szent-Gyorgyi


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25/09/2011

Giordano Bruno - Agora sem a inquisição os cientistas podem pensar

Um pouco mais de meia milha do Vaticano, em uma praça chamada Campo de Fiori, ergue-se uma grande estátua de um monge meditando. Poucos conhecem sua história. O monge é Giordano Bruno, filósofo renascentista, escritor e livre-pensador que foi queimado na fogueira pela Inquisição em 1600. Entre suas muitas "heresias" estava sua crença em uma "pluralidade de mundos" e em vida extraterrestre.

Ao contrário do que se pensa, Giordano Bruno não foi queimado na fogueira por defender o heliocentrismo de Copérnico.

Um dos pontos chave de sua cosmologia é a tese do universo infinito e povoado por uma infinidade de estrelas, como o Sol, e por outros planetas, nos quais, assim como na Terra, existiria vida inteligente. Sua perspectiva se define a partir das ideias de Nicolau da Cusa, Copérnico e Giovanni Battista della Porta - Confira: